Monday, January 22, 2007

Lembranças de criança: A Rua Sésamo! melhor que a Floribella... Fodasse!...

Acima dos vinte e poucos anos, não há quem não se lembre da Rua Sésamo. Faz parte do nosso imaginário colectivo e essas coisas assim... Será, tal como milhentas outras séries tipo o Tom Sawyer ou até mesmo os Simpsons, uma daquelas coisas que marcou a infância de muito boa gente. Mas, é aqui que a porca torce o rabo, o feito de marcar a infância de alguém não é automaticamente sinónimo de qualidade e gabarito. Por exemplo, quer-me parecer que as colheres de pau também marcaram a infância de muita gente, pelo menos marcou a minha… e o meu rabo… e se sair agora uma edição especial de colheres de pau no Jumbo não é provável que uma considerável quantidade de pessoas vá a correr comprar colheres de pau. Nem há gente que, com um brilho nos olhos e voz nostálgica ou, por outra, com um entusiasmo aparvalhado, ande para aí a relembrar as vezes que levou com colheres de pau em conversas intermináveis e estupidas. E isso acontece por uma razão muito simples. As colheres de pau lembram sovas, coças e surras. Coisas más. Também deixava marca, mas era daquelas que doíam. Infelizmente, a Rua Sésamo, em muitos dos seus aspectos, marcou da mesma forma que uma colher de pau. Doía. E, por isso, deixou marca. Marcou infâncias, portanto.
Nunca fui grande fã de interacções humanos/bonecos. Haverá, como em tudo nesta vida, excepções, mas, à partida, não é coisa que me faça lamber os beiços ou dançar sapateado apetrechado de um chapéu de feltro e uma bengala daquelas só para o estilo. Ou é com bonecos ou com pessoas. Já bastava quando metiam aquelas histórias horríveis sobre pessoas a sério nos livros do Tio Patinhas. Na Rua Sésamo, isso dos humanos na paródia com bonecos era costumeiro. No rol das chamadas “pessoas”, tínhamos por exemplo o André e a Guiomar que, juntos, protagonizaram a relação de vai-não-vai com menos te(n)são sexual de que tenho memória. Ele, André, interpretado por um Vítor Norte já com aquela cara de “eu quero é deboche a toda a hora e em todo o lado, mas queria ter na mesma qualquer coisa de Legendary Bacalhau Man, para não parecer que estou é sempre a pensar em cowboyadas”. Ela, Alexandra Lencastre, novinha, e, inexplicavelmente, sempre enfarpelada com grossas e largueironas camisas de flanela, para além dos inconvenientes livros e pastas que transportava sempre junto ao peito. Ora, até ver, Alexandra Lencastre é sinónimo de mamas. Se, por qualquer camisa de flanela largueirona e monte de cadernos, não há qualquer vestígio de mamas, não vale a pena haver Alexandre Lencastre. Se era para isso, punham uma actriz a sério, uma daquelas que diz que a sua grande paixão é fazer teatro experimental daquele só com choradeira, berros e pessoas feias e nuas.Foi, por isso, por não ter qualquer memória das mamas da Alexandra Lencastre na Rua Sésamo, que estranhei quando o produtor da série, disse que, certo dia, tinha chamado a Xana ao seu gabinete para lhe passar a seguinte novidade, e passo a citar de cabeça: “Alexandra, não te posso ter mais aqui. Não quero ter os putos todos a masturbarem-se por tua causa”. Não me parece que fosse um problema assim tão real ou frequente. Não há, por exemplo, comparação possível entre a Alexandra Lencastre da Rua Sésamo e a Alexandra Lencastre do genérico da “Ana e os sete”. É a eterna diferença entre uma camisa de flanela grossa e um varão de clube de strip. Também já sabiamos cantar os primeiros versos da canção de abertura da Rua Sésamo que, relembro, consistia num até aqui puro e virginal “vem brincar, traz um amigo teu”. E, sim senhoras, aqui fica uma bela imagem mental. Daquelas reconfortantes, para adormecer. Ora bem, chateavam-me os humanos numa série de bonecos. E chateavam-me alguns bonecos ou algumas coisas de alguns bonecos. O Egas e o Becas tinham demasiado tempo d’antena. Junto com eles, o seu hábito de tomar banho juntos e lutar constantemente pelo usufruto de um patinho de borracha de cor amarelo. Além disso, Becas é nome de mulher, que eu bem sei. É diminutivo de Rebeca ou qualquer coisa assim. Porque é que não se chamavam Egas e Rui, por exemplo? A sonoridade era menor, mas, caramba, Rui sempre é nome de homem. Becas não. Depois, o Ferrão metia um bocado de medo. Vivia num lagar, mas nunca o víamos pisar uvas, e parecia um daqueles desperdícios de oficina ensopados em mousse de chocolate ou, quem sabe, até cocó. Mas, uma coisa é certa, de entre muita porcaria que deixou marca de colher de pau, a Rua Sésamo também tinha coisas boas e com a sua graça. E quem nunca chateava ninguém era o Monstro das Bolachas. Era um gajo unânime. Daí que, quando aqui há tempos se disse que na versão americana o descontrolado mostrengo iria dosear a sua eterna avidez de biscoitos e até começar a comer bacalhau e sopa de nabiças, muita gente tenha ficado estarrecida. Roubavam a essência, a alma, a uma das grandes personagens da Rua Sésamo. Aparentemente, alguém achou que o Monstro das Bolachas não dava um bom exemplo para as crianças e poderia estar a contribuir para o aumento dos casos de obesidade infantil. Percebe-se então o problema. A proporção de gordos necessária a qualquer sociedade saudável é de um para quatro putos normais. Em cinco putos, um pode, e deve, ser gordo. Para ir à baliza.
Mas o cu nada tem a ver com as calças. E, antes de mais, deviam era agrafar às virilhas os testículos do gajo que encontrou uma relação entre ver o Monstro das Bolachas a enfardar e decidir começar a embuchar à maluca. Estas absurdas correspondências sempre me fizeram confusão. O exemplo mais comum é a da violência na televisão que provoca violência juvenil nas ruas. Com que então, há demasiada violência na TV e isso, ora bem, é que torna os jovens mais violentos? Faz perfeito sentido, faz. Mas, se assim é, tem que funcionar em todas as suas abrangências. E, vá lá ver, também há demasiado Manuel Luís Goucha na televisão, e, que se saiba, não é por isso que há para aí ranchos de adolescentes com fatos de cetim cor-de-rosa e camisas de seda com cores claras e leves a aterrorizar as ruas armados em galináceos. Com o Monstro das Bolachas passa-se o mesmo. Além de que, como toda a gente sabe, ele nem come as bolachas. Parte-as todas e faz um estardalhaço do caraças, mas não come nem uma. Os gordos que imitem o Monstro na perfeição e deixa logo de haver problema. Se não emagrecerem por não chegar a comer as bolachas, emagrecem a limpar o chão que ficou cheio de migalhas, que sempre é exercício físico. A questão central aqui passa por tornar claro que o velhinho Monstro das Bolachas nunca foi, nem será, um mau exemplo. Por amor de Deus, na Rua Sésamo até um vampiro para lá têm. Um que conta muito bem até dez, é certo, mas um vampiro. Os vampiros sorvem sangue. Mas, aparentemente, desde que não engorde, não há problema.
Nem sei como não decidiram introduzir uma personagem tipo, um boneco que tem sida e que mostra a todos como a condição de seropositivo ou um boneco cor de rosa e homosexual. Tudo isto será, porventura, um bocado confuso. Não se pode comer bolachas, mas pode-se ter sida, pode se ser homosexual? Então os miúdos já vão todos querer imitar e esses bonecos e desatar para aí a apanhar sida em tudo quanto é canto em actos homosexuais? Coerência é o mínimo que se pode exigir ao moldador de carácter que a Rua Sésamo diz ser. Enfim, independentemente disso, também não sou apologista da introdução de novas personagens em séries já cimentadas e com uma considerável e fiel base de fãs. Se tivesse mesmo que ser, deviam ter aproveitado para aplicar essesconceitos às personagens já existentes. E, já que nos tirariam o Monstro das Bolachas como sempre o conhecemos e admirámos como sendo um enormíssimo paneleiro, ao menos enfiassem com a sida no Poupas, por exemplo. Um Poupas com sida era um Poupas mais suportável. Era um Poupas com a esperança de vida que sempre mereceu…. Poderia até ter mais audiência para os mais velhos e assim já teríamos uma telenovela, e as crianças escusavam de ver a morsa…. Aliás… a Floribella…

Sunday, January 21, 2007

Finalmene encontrei patrocinador oficial para o meu Blog, a Delta Cafés, por isso bebam muitos cafés Delta porque até pareçe que andam de Asa Delta...


Infantiló-Inocência...


Quando eu era mais puto, sofria de uma doença que não sei o nome mas era baseada em: “ainda não tenho os neurónios todos por isso estou sempre a ser ludibriado”.Quando entrei para a primeira classe, disseram-me que havia um miúdo morto numa poça de água no recreio. E eu acreditei. Durante uma semana inteira. Acho que só comecei a desconfiar quando passou a época das chuvas e a poça secou.Porque não desconfiei antes já que os professores da escola não tomavam medidas e nem sequer comentavam uma situação desta gravidade? É preciso ver que ir para a 1ª classe era como entrar numa terra sem lei em que os miúdos mais velhos nos podiam bater quando quisessem e, dizia-se, havia sempre uma dezena de ciganos à espera que passássemos os portões da escola para nos roubarem o relógio. Era cada pequenino por si! Por isso é que estávamos sempre a correr de um lado para o outro sem motivo aparente. Estávamos a praticar a nossa velocidade.No entanto, tudo era esquecido quando acabava o recreio e entrávamos dentro da sala de aula; solo sagrado onde voltávamos a acreditar piamente na professora. A Sra. Professora dizia-nos para passarmos horas intermináveis a picotar um papel em cima de uma esponja e nós, maravilhados, cumpríamos a tarefa de bom grado. Fazia-nos esquecer a manhã exaustiva de volta das contas de somar. “Quando for grande eu quero ser picotador” diziam alguns alunos cheios de orgulho. “Sinto que a minha formação como pessoa é mais completa desde que iniciámos as aulas de picotagem” pensava eu…E, olhando para trás, posso dizer com segurança que os meus companheiros que mais subiram na vida foram os que, em vez de irem para o recreio no intervalo, pediam à professora para continuarem na sala a praticar a arte cheia de significado que é a picotagem. Hoje, alguns são mesmo professores primários e continuam a ensinar essa brilhante e mitica arte… outros viraram actores pornográficos, uns arrajam esquentadores, outros trabalham numa redacção de uma pensão de 2 estrelas em Lisboa… e outros escrevem em Blogues e não têm mais nada que fazer que ficar de frente ao computador a comer amendoins e a sofrer algo género de uma diarreia mental… tal como eu…

Saturday, January 20, 2007

Publicidade não enganosa

O mundo da publicidade parece-me ser um tanto enigmático, até porque há já muito tempo que nos provou a existência de anúncios que, pura e simplesmente, não perdem eficácia. Como bem sabem, a Calgon usa o mesmo anúncio desde que existe televisão. Só muda, e mesmo assim, apenas ligeiramente, quando o técnico de máquinas de lavar morre e é preciso usar outro, actualizando nomes e anos de experiência na virtuosa área do calcário acumulado. Sempre achei fascinante que o técnico fosse apresentado como portador de várias décadas de experiência. Quarenta e tal anos, às vezes. Realmente, há quatro décadas atrás, arranjar máquinas de lavar em Portugal devia ser tão proveitoso em termos financeiros como ser ginecologista no Irão, mas tudo em bom, aquilo passa por credível. Há sempre uma dona de casa desesperada que deixou uma peça qualquer – que parece arrancada de um grelhador – ficar cheia de calcário. O técnico passa-lhe uma descasca, como se a máquina fosse dele e a dona de casa lhe devesse explicações, e recomenda-lhe, quase sob a forma de ultimato, Calgon, produto do qual, por acaso, até tem uma embalagem naquele preciso momento. Mais que pagar um qualquer arranjo futuro da máquina, o que assusta o telespectador neste momento é, sem sombra de dúvidas, o mais que provável raspanete do especialista ancião. Depois vem a musica:
‘Prolongue a vida da sua máquina...’ [pequena pausa que eleva absurdamente os níveis de excitação do telespectador, levando-o mesmo a entrar em histeria e exclamar levantando-se do sofá: ‘Com o quê? Com o quê? ‘] , ‘(…) com Calgon!’.
Há alívio na mente do telespectador e o produto marcará presença no próximo carrinho de supermercado.

Uma questão de cultura.



Quando a Carla Matadinho pousou para a MaxMen não fez algo de muito diferente de Einstein ao legar o seu cérebro à Ciência. Um e outro tiveram a bondade de deixar ao mundo a sua única e extraordinária virtude.

Thursday, January 18, 2007

"Sou Eu!"

Há muito tempo que me intrigam as coisas que as pessoas dizem quando se toca á campaínha e alguém pergunta: "Quem é?". Os carteiros respondem sempre "É o correio!", quando deveriam dizer que é o carteiro, visto que as cartas não falam. Os miúdos da publicidade usam a mesma lógica, porque se dissessem que eram "o Ruben do 10ºF que distribui publicidade para ver se consegue comprar uma scooter para impressionar os amigos", duvido que alguém lhes abrisse a porta. O homem do gás diz que "é o homem do gás", o que chega perfeitamente, pois ninguém quer saber o nome dum homem que anda no negócio de levar bilhas. A menos que fosse uma daquelas loiras que andam a levar as novas garrafas, as pluma... mas eu uso dessas e já encomendei e até agora vem sempre um gajo com barba e cara de mau... (talvez eu tenha tido azar e elas estivessem de folga...). As testemunhas de Jeová não dizem nada e apenas esperam que Deus lhes conceda uma oportunidade de espalhar a Sua palavra. Já os ladrões e os agarrados não podem dizer "É um ladrão e/ou agarrado", logo dizem que são uma das pessoas que referi anteriormente. Mas a resposta mais genial de todas é o clássico "Sou eu!". Toda a gente já a usou, e é uma resposta que prima não só pela sua sinceridade, mas também pela sua eficácia quanto à questão de abrir portas. As hipóteses que existem para além desta, não são nada de jeito. Há o dizer o nome na terceira pessoa "É o Não-sei-quantos", que nos faz soar a um egocêntrico que fala de si como uma entidade superior. Também há a versão da auto-afirmação, em que se diz "Sou o Não-sei-quantos", e que faz lembrar os maluquinhos deprimidos que sairam há pouco do hospício e que ouvem cassetes de auto-ajuda enquanto vão a caminho do consultório do seu terapeuta. Dentro do "sou eu" existem duas principais variantes: o "Sou eu, abre a porta!" e o "Sou eu, o Não-sei-quantos!". A primeira tem de ser dita no tom autoritário e/ou agressivo, e intensifica a eficácia da abertura da porta. A segunda é bem mais sincera, e tem como objectivo refrescar memórias, enfatizar afectos, ou até mesmo abrir a porta.É claro que os intercomunicadores com vídeo andam a lixar esta inofensiva prática. Basta tocar á porta e olhar para a câmara, e mesmo assim ainda perguntam: (...Quem é?) , como se não nos tivessem a ver. Só nos resta mesmo tocar nas campaínhas e fugir. Nenhuma tecnologia irá destruir essa bela tradição de entertenimento infanto-juvenil... que saudades...
(... não está ninguém...)

Comunicado Oficial

Caros colegas, amigos e estimados leitores, desde já assumo publicamente a minha verdadeira natureza. Este meu “assumiting” custou, mas assumi a minha condição, porque não podia continuar a viver na ilusão muito mais tempo.Não havia mais voltas a dar, não podia esconder mais essa minha faceta. Saí da minha concha e agora sou um homem livre e feliz. Sou Heterosexual e tenho falta de cabelo....

Tuesday, January 16, 2007

Como encontrar esta porcaria de Blog...


Desde que foi instalado o contador de visitas já tenho noção de quantas pessoas veem a este Blog e posso imaginar que tipo de fauna frequenta o meu estaminé. Eu pensava que era só gente erudita, cosmopolita e tal, mas pelos visto nem por isso. Também vêem provincianos, saloios, meninos da mamã, malta com a 4ª classe e gajas.

Mas mesmo assim para quem não sabe como (se) vir ao meu Blog, podem simplesmente vir aqui pelo Google e fazer uma pesquisa!

Mas o que escrever nesse malfadado motor de busca para encontrar a Teoria dos Bolinhos de Bacalhau? É simples! Usem uma das seguintes expressões que foram previamente testadas e que garantem resultados com 100% de eficácia:


-sopa de bacalhau

-dedinhos marotos
-peidinhos suculentos

-morsa

-dzrt maricas

-what do gorilas eat

-bolos com bacalhau

-o que me alimenta destrói-me

-comer gajas na Estónia

-dzrt ao vivo no casal ventoso

-nao ha nada

-orgias

-peidos fantasticos

-tipos de corte de cabelo

-claudio ramos em desenhos animados

-letra música cueca azul

-queen mia na sala

-quero ter os soundtracks da floribella

-biografia das mamas da Pamela Anderson

-dois mil e seis

-máquina de cortar os cabelos do Chlong

-fotografias do homem mais sexy do mundo

-o que vai acontecer no fiel ou infiel

-regime alimentar do pombo

-galinhas a masturbarem-se
-revista maria

-medidas do meu Chlong

-vinte anos josé cid

-jose cid em cuecas

-sait de prostituta


Boas visitas....

Ouvir a Floribella ou tirar comida dos dentes com palitos?

Portugal não é só mamas e bacalhau. Nada melhor que uma música da Floribella. Se ela fosse uma refeição, a Floribella seria o palito. Mas um palito daqueles que quando estamos cheios de comida entre os dentes! Bocadinhos daqueles mesmo fininhos... Aqueles fiozinhos de carne ou bacalhau. Assim mais lixados de tirar, mesmo com a chave do correio ou a ponta do BI. Daqueles bocados que estamos tão aflitinhos para os tirar, mas tão aflitinhos para os tirar, que nem adoptamos aquela postura ridícula, a única socialmente aceite em público, em que parecemos que estamos a contar um segredo ao palito. Não! É ali, tudo aberto. Em liberdade. Em desespero. É assim que um palito sabe bem. É assim que se valoriza um palito! E no manjar dos Deuses que é ouvir esta morsa a cantar é mesmo esse palito! Pá, e a quantidade de nomes que eu digo durante as músicas? Foda-se, c’uma porra! Tá gostoso de sair...

Monday, January 15, 2007

Dia Mundial da...

Qualquer minoria tem um dia. As Árvores, os homossexuais, as crianças, os paneleiros, o cancro, os animais domésticos, os Comunistas... O marisco já tinha um festival em Olhão. A cerveja tem uma festa no Castelo. O robalo e a dourada têm dia marcado no Mercado do Peixe. A Expomotor calha sempre na mesma semana todos os anos na FIL. Os habitantes do Perú têm um dia na Feira do Artesanato. Até os Chineses já começam a ter dia de irmos visitar as suas lojinhas...
Pois é. Agora até há o dia da mulher!!
Tudo isto agrada aos homens... de facto, mas poderia ser melhor!
A minha proposta é acrescentar ao calendário o dia-da-mamada-enquanto-se-vê-televisão, o dia-das-mulheres-em-bikini e o dia-da-floribella-engasgar-se-com-uma-espinha-de-bacalhau. Assim o homem sentir-se-ia satisfeito. Eu pelo menos iria me sentir sem duvida alguma.
Claro que depois as mulheres iam querer logo o dia-do-minete-enquanto-se-vê-a-telenovela, mas como toda a gente sabe uma mulher não consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo. Por isso é que as telenovelas nunca passam às 20 horas. É para a mulher conseguir fazer o jantar em paz e não se distrair...

É...

Friday, January 12, 2007

Entrevista á morsa... hummm... peço desculpa... á Floribella

Desculpa Luciana... não voltarei a dizer que tens ar de Morsa...

Floribella - Cueca azul

Cada vez mais me convenço que ela é mesmo um travesti...

>

Teoria da Disney

Todos nós crescemos ao ver séries sobre personagens idealizadas por um homem, Walt Disney, que começou a sua carreira ao desenhar um rato com orelhas pretas e grandes a comandar um barco, Steamboat Willie (Barco a Vapor do Willie), a cantar uma canção muito abichanada. Também foi o primeiro animador a produzir uma longa-metragem, o célebre filme erótico, Branca-de-Neve e os Sete Anões. Este filme consiste numa mistura de sete amostras de homens e uma mulher. Isto obviamente é um hino aos Desenhos Animados eróticos do séc. XX. A ideia de ter sete homens numa casa pequena com apenas uma mulher foi adaptada nos finais dos anos 80 e 90, em filmes hardcore; portanto, pode-se dizer que Walt Disney realizou o filme com o intuito de lançar um novo tipo de filmes para adultos com orgias no final do séc. XX. Homem sábio, o Walt Disney…Todos nós conhecemos a mais mediática e perfeita personagem criada por Disney, o rato Mickey. Esta personagem é o protótipo da personagem perfeita. Quem lê as aventuras do Mickey em Banda Desenhada sabe do que falo. O Mickey apanha sempre o bandido, nunca se engana nas decisões que toma, toda a gente gosta dele… Ora, uma personagem assim não tem tempo para uma cara-metade e para dar atenção a esta. A cara-metade idealizada por Disney chama-se Minnie. O que pouca gente sabe é que estes dois não se amam, nem sequer tiveram uma relação sexual decente. A verdade é que Mickey só tem olhos para cães grandes com voz viril e estúpida. Falamos, portanto, de Pateta (Goofy). A relação homossexual entre estes dois é muito antiga e conhecida no meio da comunicação social, embora muito abafada, devido aos actos sexuais escandalosos praticados por ambos na casa da Minnie em 1937. Podem-me chamar isto e aquilo e que sou difamador da imagem pública do pobre rato, mas tudo tem uma explicação. Neste caso histórica. Quando toda esta complexa histeria começou, vivia-se os loucos anos 20 (The Roaring 20’s), em que se dançava a noite toda ao som de Jazz, Swing e Charlston. Não se consumia drogas pesadas, porque neste tempo não existiam. Mesmo assim, acredito piamente que todas as personagens animais da Disney tenham trocado muito as ideias, o que afectou também a estrela Mickey e o seu acompanhante Pateta. Paixão à primeira vista e temos uma relação homossexual animada.Outro argumento que sustenta a minha teoria é a de que no universo Disney não existem filhos de personagens principais. O Pato Donald tem sobrinhos, tal como o Mickey, o Peninha e o Bafo-de-Onça, entre outros. Corriam rumores na época de que os sobrinhos teriam sido totalmente fabricados com esperma de personagens da Warner Bros., como por exemplo, o célebre rumor de que o Bugs Bunny e o Daffy Duck deram à luz Zezinho, Huguinho e Luisinho, sendo estes vendidos a Disney por 29 Dólares cada.Quando acaba a 2ª Guerra Mundial, inicia-se a grave depressão na Disney. Pateta admite não gostar de Mickey e que nunca teve uma relação sexual com o mesmo. Admite também que teria tido o tempo todo uma relação amorosa com a Clarabela, célebre vaca que ficaria famosa por ter sido vista a ter uma relação sexual com Pateta em que este gritava:”Sua vaca, sua vaca!”, o que transtorna muito Mickey, deixando-o à beira de uma grave depressão.
Quanto ao Tio Patinhas (Scroodge Mc’ Duck), sempre associado ao dinheiro e à sua admiração por este, quem não se lembra do processo levantado pelo seu sobrinho (olha outro…) Donald, quando foi descoberto que o Tio Patinhas teria abusado sexualmente os sobrinhos de Donald? Prontamente levado para o Tribunal de Instrução Criminal, Tio Patinhas foi sujeito a um interrogatório de 16 horas, de onde saiu em liberdade após ter subornado o juiz com um gelado de baunilha. Todos estes argumentos intrigam-me e toda a história que ainda fica por desvendar fascina-me, pois este homem queria criar um mundo perfeito onde o bem domina o mal e não há ninguém que altere isso sem que o Mickey não tome conta dele, mas criou um mundo onde nos bastidores se passa cenas obscenas de sexo violento, homossexual e com animais diferentes. Uma rebaldaria no mundo animado, não Senhor Walt?
E depois eu é que sou tarado… claro!

Sobre Nada

É isso mesmo. Não há nada para escrever, daí o título sobre nada. Sobre tudo já era outra coisa; é aquela coisa que se usa no Inverno sobre (aí está) a roupa toda. Modernices... Qualquer dia, inventam um telefone com máquina de lavar roupa.
Escrever sobre nada, é extremamente chato, mas habitua-se; veja-se o meu exemplo... Habituei-me a isso há pouco tempo; dissequem lá textos meus e vejam o que sai. Nem uma nisga de líquido jornalístico ou argumentista puro. Teorias?? Que raio de teorias, diga-se. Só pó, e muito pouco, daquele que nem sai com Pronto.
Cá estamos, não é verdade? Escrever sobre nada... O pior é que não há ideia, quem é que tenta escrever sobre nada? Eu, já sei...
Onde costuma sair muito nada, é naquele verificação matemática, a prova dos nove: noves fora, nada.
Piada estúpida? É?

Thursday, January 11, 2007

Tou sem ideias...

Às vezes sinto que a minha imaginação vinha do meu esperma acumulado. Agora foram-se os dois e eu fiquei sozinho... Mas ao menos tenho os tomates vazios e uma razão válida para não ter imaginação...

Pensamentos modernos

"Estarei a ser infiel?" - pensou a fufa entre garfadas de bacalhau com grão.

Formação "Enrab arte"

Estou-me a tornar um profissional de conversa da treta e estou a adorar.
Vou escrever um livro. Já só me falta a história e o conteúdo.

Wednesday, January 10, 2007

De manhã...

As pessoas de manhã são feias. Feias no sentido genético. Têm caras típicas de “Eu acordo de manhã” e vão para o trabalho tipo zombies... Têm altos na cabeça. Enormes bolas de origem desconhecida. Têm os queixos puxados para a frente e quando sorriem o maxilar debaixo ainda avança mais parecendo que vai desencaixar e cair naquele buraquinho entre o metro e o bordo da estação. São carecas, quer sejam homens ou mulheres, magros, enfezados e nenhum deles comeu mais ninguém com quem não fossem casados. Hoje de manhã acordei mal disposto, e foi isto que me pareçeu...

A gastronomia italiana

A gastronomia italiana é variada dentro de pouca variedade, ou seja, só têm massa (La bella pasta!), mas têm uma enorme variedade desta. Entre as escolhas possíveis temos:

- Spaghetti à Bolonhesa;
- Spaghetti à Colosseo;
- Spaghetti à Zé do Pipo;
- Spaghetti à Brás;
- Spaghetti viscoso à moda do Chico;
- Spaghetti só (aka Spaghetti sem nada)
- Spaghetti com muitas almôndegas;
- Spaghetti com uma quantidade considerável de almôndegas;
- Spaghetti com algumas almôndegas;
- Spaghetti com poucas almôndegas;
- Spaghetti sem almôndegas;
- Spaghetti sem almôndegas, mas com sabor a almôndegas
- Spaghetti com espargos mal cozidos;
- Spaghetti no pão;
- Spaghetti na pizza;
- Spaghetti no forno a lenha;
- Spaghetti no forno a carvão;
- Spaghetti no forno eléctrico com electricidade oriunda da central eléctrica;
- Spaghetti no forno eléctrico com electricidade oriunda do gerador auxiliar;
- Spaghetti no forno eléctrico com este desligado da tomada;
- Spaghetti no prato;
- Spaghetti na chapa quente;
- Spaghetti na chapa morna;
- Spaghetti na chapa fria;
- Spaghetti sem chapa;
- Spaghetti sem prato;
- Spaghetti pré-cozinhado à moda da empregada boazona da camisa entreaberta;
- Spaghetti pré-invocado à moda do Zé Manel das Iscas;
- Spaghetti pré-martirizado à moda dos Ursos;
- Spaghetti pré-engolido à moda da Rita;
- Spaghetti com açorda alentejana;
- Spaghetti com açorda açoriana;
- Spaghetti com açorda italiana;
- Spaghetti com açorda da nacionalidade xpto-ana;
- Spaghetti com esparguete;
- Spaghetti sem esparguete;
- Spaghetti com molho de ostras;
- Spaghetti com molho de lubrificação vaginal;
- Spaghetti com ranho da Michelle;
- Spaghetti com rissóis;
- Spaghetti com ostras e cogumelos;
- Spaghetti com carne de Urso;
- Spaghetti com Bulachas à moda da Falta de Charme;
- Spaghetti com Café;
- Spaghetti com Fritos;
- Spaghetti com Bacalhau;
- Spaghetti com caldo verde;
- Spaghetti com caldo azul;
- Spaghetti com caldo burmeilho à moda do Norte;
- Spaghetti com caldo vermelho sem ser à moda do Benfas;
- Spaghetti com narizinhos de bolacha em honra da Bé;
- Spaghetti com narizinhos de carne à moda do Leproso-Cozinheiro-Potencial-Assassino-Involuntário-do-senhor-que-foi-vítima-de-engasgamento-durante-a-refeição-deste-com-uma-cartilagem-presa-na-garganta.

Depois só têm lasanha...e pizzas...

As gajas boas, as gajas médias e os camafeus...

Nós, os gajos giros em Portugal, estamos lixados.
As gajas boas não nos ligam porque acham que não têm hipótese. Olham assim envergonhadas mas depois acham que um gajo não lhes vai ligar porque "é tão mais giro que eu" e acabam por se dedicar aos gajos médios que nunca dizem que não a uma gaja boa e dizem que sim às gajas feias por um "one night stand". Também têm medo de parecer devassas. As gajas boas nisso estão ligeiramente mais lixadas que o resto. As gajas médias podem na boa ser devassas porque têm pouco a perder. Os camafeus, está-se tudo bem a cagar para o que querem ou para o que fazem porque ninguém lhes liga.
As gajas médias querem ter os gajos giros como amigos. Naquela de arrastar mais gajos giros ou gajos médios para ir para os copos e assim. Mesmo assim ficam à espreita de uma hipótese de, um dia mais com os copos, poderem ter uma ida ao chouriço. E depois acabam por ser levadas à loucura. Porque um gajo depois não quer mais nada e elas começam com aquelas cenas de perseguir e assim. A vir a casa roubar roupa interior para cheirar e esfregá-la na laroca e essas coisas que as gajas médias fazem, como masturbarem-se e comerem massa com molho de tomate.
Os camafeus são as únicas que ligam aos gajos giros. No fundo não têm nada de nada a perder. Um gajo nunca quer nada com camafeus porque... são camafeus. Até podem dizer umas coisas e saber que a Floribella é um travesti... Mas um gajo pensa: "eu não vou diluir os meus genes de primeira categoria com esta gaja".
Resumindo:

Gajos giros querem gajas boas.
Gajos médios querem gajas boas.
Gajos feios querem gajas boas.
Gajas boas querem gajos médios.
Gajas médias querem gajos médios.
Gajas feias querem é chouriço entalado e ninguém quer saber delas nem para lavar o chão.

Como se diz, em bom português, "isto para nós, os gajos giros, é uma 'granda' foda é o que é!".
Quero deixar de ser giro...

Monday, January 8, 2007

Um pouco de poesia... para não dizerem que só falo de parvoices!


Brosch é brom

De acordo com um estudo da Universidade da Carolina do Norte, a prática de fellatio (uma/duas vezes por semana) , poderá reduzir até 40 por cento o risco de cancro da mama nas senhoras.
Pronto... já dei a minha contribuição com mais um argumento, irrefutável. Agora é aproveitar!

Sunday, January 7, 2007

Os corta-unhas e outras homossexualidades - Resultado do teste falado no post anterior

Especialização recomendada: Actor filmes porno

Os corta-unhas e outras homossexualidades

É das piores coisas que se podem partilhar. Imaginar que os outros cortaram os cantos gigantescos das unhas grandes do pé com o mesmo corta-unhas que vamos usar. E pior é cortar as unhas das mãos com um corta-unhas usado por outra pessoa para cortar as unhas dos pés. É interacção semi-erótica desfasada no tempo. “Eu dei-lhe uma massagem aos pés” até que é bom, mas neste caso não foi bem isso mas “cortei as unhas das mãos com o corta-unhas que ela usou nos pés”. Isto na rara possibilidade de eu alguma vez ter acesso a esse corta-unhas. É quase tão mau como a escova dos dentes. Mas enquanto partilhar a escova dos dentes até pode ser semi-erótico, se a gaja for boa e usar cuecas fio dental, mas partilhar o corta-unhas nunca o é. Nem que o fio seja dental à frente e atrás. Há coisas que não devem ser partilhadas. Mas bater no fundo, é partilhar a pomada para as assaduras anais com aplicador. O caso do aplicador parece-me óbvio. Poderá quase ser homossexual. E se houver refluxo da pomada então o nível de gayzice torna-se máximo. Mesmo só a simples partilha do tubo de pomada torna-nos semi-homossexuais. Porque, seguindo a ordem normal das coisas, a aplicação de um creme anal será dedo-tubo dedo-esfíncter dedo-tubo dedo-esfíncter...Há novamente contacto anal com outra pessoa em tempos desfasados. Mas existe. Só na própria análise à próstata, devido à existência de luvas, e em parte pela bata também (“Está apenas a fazer o seu trabalho”, “Meter dedos no cú é o trabalho de qualquer proctologista”) é que o contacto pode não ser transformado num caso de homossexualidade séria.Aliás, que raio de médico escolhe como especialização proctologia?
“Que faz na vida? Sou proctologista. Quê? Meto dedos no cú. No seu? Não. No dos outros.”A mim parece-me que certas especializações não se escolhem. Pediatra por exemplo. É sabido que estes puxam a pele do prepúcio para trás a crianças até aos 14 anos, toca-lhes de maneiras que devem ter levado muita gente dentro, metem-lhes um pauzinho na boca para espreitar e ver qualquer coisa com a lanterninha de bolso.
Outra especialização: Ginecologista (“Coisas das mulheres”). O ginecologista passa o dia com os dedos “lá dentro”. Isso conta como infidelidade? Porque é que ele pode e eu não? “Hoje meti-os em onze gajas”, diz ele para os amigos. Os amigos invejam-no. Se algum for mecânico, quanto muito ouviu os peidos do bate-chapas durante o almoço enquanto comia a sandes de entremeada. O único sítio onde meteu os dedos foi numa lata de óleo para procurar parafusos.Não deve haver profissões mais invejadas. O problema são as relações. “Cheiras a rata. Estiveste com outra?”. Há sempre desculpa. "Estive a fazer o meu trabalho". Ok… sei que me afastei um pouco do tema inicial, mas não sei mais que dizer… vou fazer um daqueles testes psicotécnicos para ver em que é que me hei-de especializar… mais tarde divulgo que profissão é que tem mais características, para ser realizada com sucesso pela minha pessoa.

De facto este Blog mudou a vida de muita gente...


Saturday, January 6, 2007

Coca Cola

É a maneira perfeita como mostram um produto, que consegue tirar o sarro duma sanita. É tudo tão perfeito, tão "Disney", tão filme de Domingo à tarde que só falta o "Pai Natal a beber coca cola e a seguir arrotar". Os anuncios de Natal da coca cola são sempre tão giros, tão bonitos... tão fofinhos. E a garrafa é tão engraçada! Ainda por cima têm forma fálica! Garrafas essas, cuja a lenda conta que eram tão atraentes e sexys, que houve pessoas que acabaram por as enfiar no cu. E foderam-se...... que aquilo faz vácuo!

Friday, January 5, 2007

FAQ (frequently asked questions)

P - Este blog ganhou, nos ultimos tempos, um caracter mais sexual. Porquê?
R - Para além de estupido este blog era chato e carecia de alguma cor e movimento e, daí, achei por bem, nesta rentrée, pensar em colocar uma rubrica intitulada "Aqui é só merda".

P - Em que consiste o "Aqui é só merda".?
R - Consiste em trazer á memória sucessos do nosso dia a dia que ninguém quer falar, e focar insistentemente de que tenho a certeza que a Floribella é um homem.

P - E porquê só agora?
R - Porque a minha relação com a informática não é em tudo igual á minha vida sexual: a informática despertou tarde em mim e é de conhecimentos extremamente limitados.

P - Este blog vai perder o seu caracter estupido e predominantemente parvo?
R - Como já perceberam, por este post, não.

P - Vão existir mais rubricas durante a rentrée ou no futuro?
R - Não sei. Ando a ver se me atino, mas enquanto a Floribella continuar a cantar não sei como vou conseguir parar de escrever coisas parvas...

P - O que quer dizer rentrée?
R - Acho que é um tipo de alho francês… tipo nabo… que entra e “reentra”… mas mais grosso que elas gostam... é muito parecido com o meu Chlong...

(Ó RITA! vai á guerra e mete o pé numa mina...) - by Bé


Rita Guerra - Chegar a Ti


Eu não consigo chegar a ti... não posso chegar a ti... não sei como chegar a ti...
acho melhor comprares um GPS...

Thursday, January 4, 2007

Comentário do Che Guevara depois de ter visto este Blog


Daniel Nascimento

Se o Daniel Nascimento fosse agredido, será que se iria relacionar ao racismo ou homofobia?

o CD da Floribella... eu já tenho e tu? já tens o teu?

Querem uma piada? Aqui vai: - O CD da Floribela.























Aqui fica a tracklist do CD:

1. Sou rica em cunhas

2. O meu primeiro baijo
3. Desceu-me o perí­odo
4. Cheira a dedos queimados
5. Silicone
6. A minha primeira vez
7. Miau Miau (esta eu não inventei)
8. Fru Fru (esta eu inventei)
9. A minha primeira vez por trás
10. Será que sou Lébica?
11. Não gosto mesmo nada de Nabo
12. Yah, sem duvida, eu curto é de Nabo
13. Faixa Multimerdia - Preview das fotos da Luciana em bikini na FHM

Cliquem aqui para ver o blog dela!


COM A FLORIBELA, É SEMPRE A BOMBAR NELA!

Reencaminhe este Blog a 350 amigos seus e a sua vida irá melhorar!

O Zé Maria do Big Brother recebeu este blog. Como o ignorou, tentou virar o boneco atirando-se da ponte 25 de Abril mas sem sucesso. Este Blog salvou-lhe a vida. O Cláudio Ramos enviou este blog a todos os seus amigos, no dia seguinte, virou Homem e nunca mais quis levar no rabo. Uma mulher cristã (mas cliente do bruxedo) passou a visitar o blog diariamente. Passado uma semana, sabia o terceiro segredo de Fátima. A Teresa Guilherme enviou a todos os seus amigos, na semana seguinte, estava casada finalmente com um puto de 17 anos como ela gostava. Saddam Hussein, foi condenado a enforcamento por ter ignorado este Blog e não ter reencaminhado ao povo Iraquiano. O Carlos Cruz foi acusado de pedofilia porque em vez de ler este Blog, andava a ver sites de criançinhas... O gerente do Lidl da Amora, mandou a sua secretária imprimir este blog para enviar a todos os seus clientes. Como a sua secretária se esqueceu de o fazer, ele foi violado por Ucranianos e sua empregada encontrada sem rins e violada, na zona dos frios, ao pé das lasanhas. Este blog é sagrado, não se esqueça de no prazo de 13 dias, enviar a todos os seus amigos. Não se esqueça e acontecerá uma coisa muito boa na sua vida se cooperar, claro...

(Chama-se a isto, publicidade gratuita...)

Wednesday, January 3, 2007

Mulheres...

Não é estranho uma mulher querer que os homens sejam honestos, e ficam ofendidas quando ouvem um "comia-te toda"?

Ando de autocarro sim.... a paragem é mesmo á porta de casa e saio mesmo á porta do trabalho!

Ando de autocarro. Não por ser barato, não por ser prático, mas porque sofro de frotteurismo. Para quem não sabe o que isso é, pode-se dizer que tenho pancada por me roçar em pessoas em transportes públicos.

Então quando o condutor manda uma bruta travagem, pra vocês é um moche de velhas, pra mim é uma orgia. E é só talões do euro milhões a voar.

E o cheiro?? logo de manhã que até pareçe que ninguém tomou banho... hummm que bom! "I love this crazy smell by the morrrrning!"

Sou um frotteurista assumido, até vou mandar imprimir uma t-shirt com o lema do clube: “cabe sempre mais um”. E é nesses momentos, que o condutor grita - “ò pá, cheguem-se lá pra trás!”; e eu respondo – “por mim ‘tasse bem, não se incomodem”. *Roça, roça, roça*.

Dentro do autocarro, vive-se uma pequena comunidade onde há regras. Para os jovens, há que estar sentado no sítio certo. Os bancos de trás, é para malta super hiper mega fixe, os da frente é pra os otários. Maior parte da juventude prefere a parte traseira, para ser mais fácil dar à sola caso apareça o pica bilhetes.

Em relação à segurança, nos autocarros antigos existia à frente do banco um ferro para as pessoas se segurarem. Que era perfeito caso houvesse um acidente, bater-mos lá com as trombas. Caso o autocarro capote e fique em chamas prestes a explodir, há que fugir partindo uma janela. Mas atenção que só naquelas janelas que tenham um autocolante a dar permissão, lembrem-se disto quando tiverem em pânico. Nas paredes do autocarro, existe uma pequena base vermelha, onde supostamente existia um martelo. Caso tenham sorte do puto estúpido que o roubou esteja naquele autocarro, o martelo não serve de nada, pois é tão fatela que só parte o vidro, caso encontrem o ponto fraco… mais uma tarefa para o impedir de entrar em pânico.

Mas no autocarro também existe amor, por conveniência:
- “Ai dama tava a ver que não conseguia apanhar este autocarro, iria chegar atrasado se o perdesse! É que ainda é uma hora de caminho...”. E ficam uma hora a lamberem-se que nem gatos. Afinal não curto roçar-me em pessoas, gosto é de ver sexo erótico ao vivo. Como o dia já tivesse começado bem, ainda tenho que andar no autocarro de pau feito.

O que é que eu penso sobre as pessoas que vêem aqui ver o Blog e fartam se de criticar por isto e por aquilo?


by Comme Restus

Monday, January 1, 2007

Eu sofro muito...

Eu sofro muito... e ainda dizem: "Opá tu que és gajo, para ti isso é tudo tão simples!" Não é bem assim... sabem lá voçês o que é sentir a dor física de uma bolada nos tomates, a tortura de ter de usar fato e gravata no Verão, o suplício de fazer a barba todos os dias, o desespero das cuecas apertadas, a loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien, a loucura de resistir olhar para umas pernas com uma mini-saia, ir à praia e resistir olhar para aquele mulherão que está sentada na esplanada e afinal percebemos que é um traveca, vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana enquanto todos se divertem, ter de reparar na roupa nova dela, ter de reparar que ela mudou de perfume, ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731 e saber a diferença entre o castanho e o bege, ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm, ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite, ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade, desviar os olhos do decote da colega de trabalho, que se faz distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo, ter a obrigação de ser um atleta sexual, ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos, ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo, ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o problema é onde colocar novos armários para guardar mais roupa... acho que no fim eu preferia era mesmo ser mulher!!

Depois elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!!!....