Sobre Nada
É isso mesmo. Não há nada para escrever, daí o título sobre nada. Sobre tudo já era outra coisa; é aquela coisa que se usa no Inverno sobre (aí está) a roupa toda. Modernices... Qualquer dia, inventam um telefone com máquina de lavar roupa.
Escrever sobre nada, é extremamente chato, mas habitua-se; veja-se o meu exemplo... Habituei-me a isso há pouco tempo; dissequem lá textos meus e vejam o que sai. Nem uma nisga de líquido jornalístico ou argumentista puro. Teorias?? Que raio de teorias, diga-se. Só pó, e muito pouco, daquele que nem sai com Pronto.
Cá estamos, não é verdade? Escrever sobre nada... O pior é que não há ideia, quem é que tenta escrever sobre nada? Eu, já sei...
Onde costuma sair muito nada, é naquele verificação matemática, a prova dos nove: noves fora, nada.
Piada estúpida? É?
1 comment:
Que lindo, Bolinho de Bacalhau...
Acha bem o que acabou de dizer? Escrever sobre “nada” eh chato..
Achava bem se eu chegasse aqui e dissesse: “Ah e tal, vou falar sobre o Bolinho de bacalhau, hum.. Afinal não vou porque eh chato e não há nada para dizer sobre ele”
Beeeeeem, se eu fosse “nada” ficaria zangada consigo.
Há tanto para dizer sobre “nada”, ora veja:
No nada não existe nem o espaço, isto é, não há coisa alguma e nem um lugar vazio para caber algo. Além disso, o conceito de nada inclui a inexistência das próprias leis físicas que alguma coisa existente necessariamente tem que obedecer. O nada não é um lugar. É algo que não é lugar, um não-lugar. É impossível estar-se no nada porque sempre tem-se que estar em algum lugar.
Por definição quando se fala de existência se fala da existência de algo. E o nada não é coisa alguma. O nada é um signo, uma representação linguística do que se pensa ser o nada. Só se conhecem representações dele, mas essas representações têm orígem mental, pois não existe o nada.
A definicäo de "nada" se dá somente por meio da negacäo de tudo o que existe, portanto o nada näo é definido ou conceituado positivamente (uma definição é se dizer o que a coisa é), mas apenas representado, fazendo-se a relacäo entre seu símbolo (a palavra "nada") e a idéia que se tem da não-existencia de coisa alguma. O "nada" não existe, mas é concebido por operacões de mente. Esta é a concepção de Bergson, oposta a de Hegel, modernamente reabilitada por Heidegger e Sartre de que o nada seria uma entidade de existência real, em oposição ao ser.
Matematicamente o conceito é equivalente ao de "conjunto vazio", que é o conjunto que não possui elementos, mas que é um dos elementos do conjunto dos subconjuntos de um conjunto. Assim o "Nada" seria um dos elementos do "Tudo", ou do Universo. Esta concepção, aplicada à física, todavia, não possui base fenomenológica sustentável.
(in wikipedia)
Pronto.. e cá está a historia sobre “Nada”
Toma que já almoçaste :o)
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